Campanha de Evento Gratuito
O seu estilo de vida está ameaçado — não por falta de dinheiro, mas porque você está tentando sustentá-lo com um modelo que nunca foi feito para funcionar.
Essa mulher ganha dinheiro. Paga contas. Mantém a vida funcionando. Mas vive no limite, sem previsibilidade, sem a menor sensação de segurança. E o mais perigoso de tudo: ela acredita que está tudo sob controle — quando não está.
O problema não é financeiro. Nunca foi. É decisional e comportamental. A educação financeira tradicional foi construída para tratar dinheiro como matemática pura — uma planilha, uma equação, uma questão de disciplina. Mas ela ignorou completamente o ser humano por trás das decisões.
A ideia central do nosso evento é provocar o despertar: fazer essa mulher enxergar, pela primeira vez, que o ciclo que ela vive não é culpa dela. É consequência direta de um modelo quebrado que a fez acreditar que o problema era ela. E que existe outro caminho — um que considera quem ela é, como ela vive, o que ela quer e como seu cérebro realmente toma decisões.
(diferente da promessa do produto)
Você vai entender, de uma vez por todas, por que mesmo ganhando dinheiro a sua vida financeira continua instável — e vai sair daqui com clareza real sobre o que precisa mudar, antes que isso comprometa tudo que você já construiu.
Nome estratégico: A Lógica Fria da Educação Financeira Tradicional
Existe um inimigo que ninguém está nomeando. Ele não tem rosto, não tem nome, mas está presente em cada planilha que você abandonou, em cada promessa de "a partir de segunda-feira" que não se sustentou, em cada vez que você voltou ao mesmo ponto e se perguntou: o que há de errado comigo?
Esse inimigo é o modelo. Um sistema construído para tratar dinheiro como matemática pura — que ignora comportamento, desconsidera contexto de vida, exige disciplina robótica constante e te faz acreditar que, se você falhou, é porque você não quis o suficiente.
Te ensinaram a organizar dinheiro como se você fosse um robô. Mas você é um ser humano. Você tem cansaço, desejos, emoções, dias bons e dias ruins. E enquanto você continuar tentando encaixar sua vida em um modelo que não considera isso, vai continuar se frustrando.
Tentou, falhou, tentou de novo, falhou de novo
Acredita que o problema é ela, que lhe falta força de vontade
Todo começo de mês é uma nova promessa que não dura
Sabe que está ruim, mas não consegue enxergar o tamanho real do problema
Prefere não olhar do que ver o que está lá
Você não falhou. Você só tentou seguir um modelo que não foi feito para você.
Tyemi como Mago. A Aluna como Heroína.
Toda boa história começa com alguém que quer alguma coisa — e encontra um obstáculo no caminho.
Ela tem entre 28 e 42 anos. Trabalha muito. Ganha o suficiente para manter a vida funcionando — às vezes até bem. Tem planos. Tem sonhos. Quer uma casa, uma viagem, uma reserva que a faça dormir tranquila à noite.
Mas existe uma voz dentro dela que nunca cala. Uma voz que aparece quando ela abre o aplicativo do banco, quando a fatura chega, quando o mês acaba e não sobrou nada de novo. Uma voz que diz: por que você não consegue?
Essa é a nossa heroína. Uma mulher que não está quebrada — mas que se sente assim. Uma mulher que trabalha duro e ainda assim sente que o dinheiro escorrega pelos seus dedos sem deixar rastro. Que ganha, paga, e recomeça. Toda semana. Todo mês. Todo ano.
Ela já tentou de tudo. Baixou aplicativo de controle financeiro. Fez planilha no Excel. Prometeu a si mesma que dessa vez seria diferente. E por alguns dias foi. Mas o sistema não durou. O app ficou desatualizado. A planilha virou arquivo esquecido. E ela ficou com mais uma camada de culpa — como se fosse mais uma prova de que ela não tem disciplina.
O que ela não sabe é que o problema nunca foi ela.
Dinheiro que não sobra. Cartão que não fecha. Dívidas que não diminuem. O mês acabando antes do salário.
Vergonha. Ansiedade. A sensação constante de estar atrasada para a própria vida. O medo de abrir o aplicativo do banco. A culpa de comprar qualquer coisa que não seja essencial. O sentimento de que, por mais que ela se esforce, não é suficiente.
Ela deveria ter aprendido isso. Ninguém a ensinou. E pior: o que a ensinaram estava errado. Um sistema que trata seres humanos como robôs e depois os culpa por falhar.
Tyemi não chegou até aqui porque um dia foi pobre e virou rica. Sua história é diferente — e por isso é ainda mais poderosa.
Ela sempre teve o que ela hoje chama de fluência financeira. Para ela, lidar com dinheiro nunca foi um esforço — era natural como respirar. Ela sabia priorizar, sabia guardar, sabia viver bem dentro do que tinha. Mas nunca havia percebido que isso era um dom, porque nunca havia precisado.
Até que começou a ver as pessoas ao redor se perderem. Colegas que dobraram de renda e mergulharam em dívidas. Amigos que ganhavam bem e não conseguiam fechar o mês. Mulheres inteligentes, capazes, competentes — completamente perdidas quando o assunto era dinheiro.
Foi aí que Tyemi percebeu que tinha algo que as outras não tinham. E que precisava traduzir isso em método. Não em teoria. Em ferramentas práticas, aplicáveis na vida real — desenvolvidas ao longo de cinco anos de teste direto com alunas, refinadas turma após turma, até se tornarem o que é o Money Expert hoje.
O Mago não diz: "Faça como eu faço." O Mago diz: "Deixa eu te mostrar como fazer do seu jeito — com o que você tem, no lugar onde você está, com a vida que você realmente vive."
O evento é o momento em que a heroína conhece o Mago. É quando ela para pela primeira vez e ouve algo diferente de tudo que já ouviu sobre dinheiro. Não uma lista de regras. Não uma planilha milagrosa. Mas um espelho — que mostra que o ciclo que ela vive tem uma explicação, tem uma causa, e tem uma saída.
E a transformação que acontece ao final da jornada não é apenas financeira. É a Tati, servidora federal de 56 anos, que nunca tinha guardado um real na vida — e acumulou R$300 mil em dois anos e meio. É a Gabi, cabeleireira que descobriu que o salão a roubava há anos, abriu o próprio negócio, economizou R$100 mil no primeiro ano e hoje fatura R$500 mil. É a Lu, que entrou no programa com o casamento à beira do colapso e a conta no vermelho — e hoje, mesmo enfrentando um câncer, consegue tratar a própria saúde sem se preocupar com dinheiro. Porque organizou as finanças quando ainda tinha força para isso.
Você vai ter vários problemas na vida. Dinheiro não pode ser um deles.
Você acorda todo dia com a intenção de ser diferente.
De ser mais organizada. Mais disciplinada. Mais você.
E ainda assim, de alguma forma, o mês passa. O dinheiro vai. E você fica com aquela sensação familiar — aquela mistura estranha de culpa e cansaço que já nem dói mais tanto. Porque você se acostumou.
Mas tem uma coisa que não te deixa em paz.
É a fatura que chegou e você fingiu não ver. É a conta que você adiou mais um mês. É o aplicativo do banco que você abriu, olhou, fechou rápido antes de sentir tudo aquilo de novo.
É o sonho que está lá — casa própria, viagem, reserva, liberdade — que cada mês parece um pouco mais longe. Não porque você parou de querer. Mas porque você parou de acreditar que é possível para você.
E o pior de tudo?
Você acha que é culpa sua.
Que você não tem disciplina. Que você não sabe lidar com dinheiro. Que algo em você é diferente das pessoas que conseguem. Que você tenta e falha. Que recomeça e desiste. Que o problema é você.
Não é.
O problema é o modelo.
Existe um sistema inteiro que foi construído para te ensinar a lidar com dinheiro como se você fosse uma máquina. Que ignora completamente que você tem dias bons e dias ruins. Que você tem emoções. Que você tem cansaço. Que você tem desejos que fazem parte de quem você é.
Um sistema que te deu regras que não cabem na sua vida — e depois te culpou por não cumprir.
Você não falhou.
Você tentou seguir um modelo que nunca foi feito para você.
E existe diferença. Uma diferença enorme.
Porque falha tem a ver com quem você é. Modelo errado tem a ver com o que te foi ensinado.
Existe um outro caminho. Um que considera quem você é, como você pensa, como sua vida funciona de verdade. Um que não te pede para ser disciplinada o tempo todo — porque parte do princípio de que você é humana.
Não é sobre ganhar mais.
É sobre parar de perder o que você já tem.
É sobre acordar num dia qualquer e sentir — talvez pela primeira vez em muito tempo — que você está no controle.
Que o dinheiro que entra tem um destino. Que seus sonhos têm um plano. Que a sua vida financeira reflete quem você é e o que você quer.
Você merece isso. Não quando ganhar mais. Não quando tiver mais tempo. Não quando a vida estiver mais fácil.
Agora.
Com o que você tem. Com quem você já é.
O que o lead deve sentir, crer e decidir em cada nível para avançar até a compra.
"Isso acontece comigo também. Eu trabalho, ganho dinheiro, e ainda assim no fim do mês não sobra nada. Não sou só eu que vivo assim."
"Isso não é normal. Outras mulheres que ganham o que eu ganho não passam por isso. Tem algo errado — e eu preciso entender o que é."
"O problema não é quanto eu ganho. Conheço pessoas que ganham menos e vivem melhor. O problema está em outro lugar — no modelo, na forma, no jeito como eu aprendi a lidar com dinheiro."
"Eu não sou vítima do modelo. Mas também não sou culpada. O que eu sou é capaz — desde que use o método certo. E isso é algo que eu posso mudar."
"Existe uma explicação para o que eu vivo. Existe um método. Eu não sou incapaz — eu nunca tive acesso à ferramenta certa."
"Eu preciso fazer isso agora. Não amanhã. Não quando as coisas melhorarem. Agora — porque cada mês que passa, o problema fica maior."
Entender, finalmente, por que você ganha dinheiro e ainda assim vive no limite — sem culpar a si mesma
Identificar o padrão comportamental que te faz voltar sempre ao mesmo ponto, mês após mês
Ter clareza absoluta sobre o que realmente precisa mudar na sua relação com dinheiro
Descobrir que o problema nunca foi disciplina — foi modelo. E que modelos podem ser trocados
Enxergar um caminho real, prático, desenhado para a vida que você realmente vive — não para uma versão ideal de você
Sair com direcionamento: não apenas o que fazer, mas por onde começar
Sentir, talvez pela primeira vez, que controle financeiro é algo possível para você
Ao entrar na jornada da campanha
Ao sair da jornada do evento e do produto
Por que você ganha dinheiro e ainda assim não tem controle
Ativar os Níveis 1 e 2 — Identificação e Incômodo. Fazer a lead se reconhecer completamente e começar a questionar se o problema que ela vive é normal.
Por que a educação financeira tradicional não foi feita para você
Ativar os Níveis 3 e 4 — Ruptura e Responsabilidade. Quebrar definitivamente a culpa e transferi-la para o modelo. E então reposicionar: agora que você sabe o que estava errado, você pode mudar.
Como construir controle financeiro real, na vida que você realmente vive
Ativar os Níveis 5 e 6 — Clareza e Decisão. Mostrar que existe uma saída, que ela é concreta, que o método funciona — e criar a urgência e o desejo para a oferta.
Promessa do Produto + Mecanismo Único
Te ajudar a sair do ciclo de instabilidade financeira e construir controle, previsibilidade e segurança sobre o seu dinheiro — de forma prática, humana e aplicável na vida que você realmente vive.
O nome do mecanismo não é por acaso. Fluência — como a fluência em um idioma — não é saber as regras gramaticais. É falar com naturalidade, sem precisar pensar em cada conjugação. É internalizar o idioma a ponto de ele fazer parte de quem você é.
Fluência Financeira é a sua capacidade de, independente da renda, fazer sobrar dinheiro e viver bem. De tomar decisões financeiras de forma natural, intencional e alinhada com os seus valores — não por disciplina forçada, mas porque você desenvolveu um jeito de olhar para o dinheiro que não existia antes.
Esse mecanismo foi desenvolvido ao longo de 5 anos — 2 anos de mentoria individual presencial antes de ir para a internet, mais 3 anos de lançamentos, turmas e centenas de alunas. Não surgiu de teoria. Surgiu do contato direto com mulheres reais, com problemas reais, que precisavam de ferramentas que realmente funcionassem.
A primeira e mais importante entrega do método. Antes de falar de dinheiro, fala de vida. A aluna faz uma lista de tudo que quer realizar — não um quadro dos sonhos genérico, mas um exercício de priorização real, em que, ao lado de cada sonho, ela escreve por que aquele sonho é importante e qual valor da sua vida ele defende.
Por que isso importa: quando ela depois lança seus gastos na planilha, ela consegue ver se a forma como gasta dinheiro está defendendo seus valores — ou contradizendo tudo que ela diz ser importante. Uma mulher que declara que a educação do filho é sua prioridade número 1, mas que tem uma fatura de comprinhas maior do que a escola, já sabe onde está o problema. Isso não é julgamento. É clareza.
Esse exercício transforma o ato de guardar dinheiro de sofrimento em propósito. Não é "economizar para um futuro incerto" — é "estou defendendo os meus valores através do meu dinheiro". A reserva de emergência deixa de ser uma obrigação chata e passa a ser "estou gastando dinheiro com a minha segurança".
O principal motivo de endividamento que ninguém nomeia. EDP são todas as parcelas que a versão passada dela criou — e que a versão atual precisa honrar todos os meses. Empréstimos, consignados, financiamentos, parcelas do cartão: tudo que é uma dívida com o passado.
O problema é a contabilidade mental — um viés da psicologia econômica. Ela nunca soma todas as parcelas de uma vez. Ela pensa "são só R$169", depois "são só R$200", depois "são só R$39" — e nunca enxerga o valor integral que está comprometendo o futuro dela. É quando ela lança todos os EDPs na planilha, um por um, com valor de parcela, taxa de juros, valor de quitação e desconto por antecipação, que ela finalmente vê o tamanho real do buraco.
Esse diagnóstico é o momento de ruptura. Não de culpa — de clareza. "Agora eu sei o que estou pagando. E agora eu posso criar uma estratégia para sair disso."
O Box é a cereja do bolo — a última ferramenta criada, a mais simples e a mais poderosa. É um resumo que integra tudo: renda, despesas fixas, despesas variáveis e EDPs. Numa única visão, ela vê se está no positivo ou no negativo.
A maior parte das alunas abre o Box pela primeira vez e ele está negativo. Isso significa que, na teoria, elas gastam mais do que ganham — e sobrevivem usando cheque especial, sobras do mês anterior, décimo terceiro, bônus. Vivendo sempre no limite, empurrando a crise pra frente.
A estratégia central do método é o Box Zerado: fazer com que a renda seja igual ou maior que todas as saídas. Não é cortar tudo que você gosta. É reorganizar de forma intencional — reduzindo variáveis (em média 30% só com organização de rotina), alongando EDPs quando necessário, e projetando o futuro com intencionalidade.
O método funciona em 4 movimentos sequenciais, entregues ao longo de 6 semanas de programa síncrono:
Antes de tocar em número, olhe para o que você quer defender com o seu dinheiro. O template cria o filtro por onde todas as decisões financeiras vão passar.
Lance todos os gastos na planilha comportamental. Categorize em fixas, variáveis e EDPs. Veja o Box pela primeira vez. Esse é o diagnóstico real — não o que ela acha que gasta, mas o que ela realmente gasta.
Crie tetos de gastos para cada categoria. Projete quanto vai gastar, intencionalmente, no próximo mês. Não o que vai acontecer com ela — o que ela vai fazer acontecer. Essa é a virada: de reativa para proativa.
Execute a projeção. Crie a rotina que sustenta os novos tetos. Quando algo não funcionar — e às vezes não vai — ajuste. O método é vivo, não rígido. Parte do pressuposto de que ela é humana, não robô.
Toda a metodologia foi extraída das finanças comportamentais — especialmente da teoria de Daniel Kahneman (Sistema 1 e Sistema 2, vencedor do Nobel de Economia), que demonstrou que o ser humano não toma decisões financeiras de forma racional. Toma de forma emocional, enviesada, sujeita a atalhos cognitivos.
A planilha parte do pressuposto de que ela NÃO é um robô. Que ela vai ao mercado com fome e gastar mais. Que ela vai receber uma oferta tentadora e querer comprar. E cria estrutura para que isso seja previsto, tolerado e absorvido — não proibido e punido.
O resultado das 6 semanas não é ter R$50 mil guardados. É a paz. A clareza. A autoconfiança de saber que ela é capaz de criar um plano e cumprir. De que ela sabe quanto entra, quanto sai, onde está indo cada real — e que isso está alinhado com o que ela quer para a vida.
O resultado palpável vem depois, à medida que os EDPs vão sendo quitados e o dinheiro que antes ia para o passado começa a sobrar para o futuro. Mas a transformação que acontece nas 6 semanas é mental. E é irreversível.
"Você vai ter vários problemas na vida. Dinheiro não pode ser um deles."
Construído com dados reais de 1.534 alunas, transcrição de reunião de briefing e base comportamental (Kahneman).